terça-feira, 13 de outubro de 2015

Pixação Rio das ostras roda cultural















A pichação pode ser um ato de vandalismo, mas também pode ser considerada um tipo de arte. A pichação na maioria das vezes é considerada um ato de vandalismo, muitas dessas pichações são feitas por jovens que estão no mal caminho, muitos às vezes já tiveram mais de uma passagem pela Polícia, alguns já tiveram ou tem envolvimento com as drogas e com a violência, e entre outros tipos de crimes. Mas, a pichação também pode tirar jovens do crime, e das ruas. Muitos jovens largam a vida criminosa e entram para centros culturais de Arte de rua. Eles picham e fazem grafite em muros e em outros locais também, mas é claro, não numa forma de vandalismo, eles fazem isso com licenciamento, para promover esse tipo de Arte, fazem grafite em túneis, e muitas vezes se tornam grandes grafiteiros, fazem exposições, vão para o exterior, enfim, divulgam sua Arte, e mostram que a pichação e o grafite não passam de um ato de vandalismo apenas. Portanto, a pichação, como quase tudo no mundo, tem dois lados: O bom e infelizmente o ruim, mas a sociedade, se unida, pode fazer isso mudar, e assim promover o lado Bom da pichação, sem vandalismo, e sim como uma Arte de Rua!




terça-feira, 15 de setembro de 2015





A inscrição da turma é a principal na pichação reta. Turmas são grupos de pichadores que usam uma marca em comum e fazem "rolês" (saídas para pichar) juntos. Os nomes são difíceis de ler, mas dá para decifrar com alguma prática. A marca da turma não varia e todos os membros têm que saber reproduzi-la com perfeição
A UNIÃO FAZ A FORÇA
Os grupos de letras são abreviações e funcionam como logotipos. O primeiro elemento da ordem, da esquerda para a direita, é o logo da "grife". Esse é o nome dado a um grupo composto de várias turmas aliadas. É praticamente impossível deduzir o nome pelo logo: só quem picha sabe, de cabeça, identificar uma grife. Mas nem sempre a turma faz parte de uma
É NÓS NA TINTA




sábado, 5 de setembro de 2015





veja o video completo
Depois que o primeiro homem subiu no muro, apertou o bico e “tacou o nome” a cidade nunca mais foi a mesma. Amada por alguns (mais gente do que se imagina) e odiada por quase todo o resto, a pixação se afirma como um dos elementos visuais que caracterizam a paisagem das grandes cidades. Vandalismo, rebeldia juvenil, chame como quiser. Fato é que o cinismo passa longe quando os pichadores se declaram como “artistas de uma arte proibida”. Em tempos que a arte salta das galerias e invade as ruas com intervenções corroboradas por tendências e teorias a pixação se organiza para se consagrar a cada madrugada em seu espaço de origem, a rua.

No dicionário Aurélio o verbo pichar consta com a grafia “ch”, mas na escrita e na fala dos adeptos o “x” entra em cena, redefinindo o verbo como pixar. Uma breve investigação histórica sobre a pixação no Rio de Janeiro aponta para o escrito: “Celacanto provoca maremoto!”. A frase ocupou um considerável espaço em muros da Zona Sul carioca no final da década de 70. O responsável pela primeira pixação na cidade maravilhosa foi o jornalista Carlos Alberto Teixeira, na época estudante da mais tradicional universidade particular do Rio. Carlos chegou a dar entrevistas para jornais e fazer trabalhos de artes plásticas apoiado na fama acumulada pela pixação. 

O grande boom da pixação aconteceu com o final da ditadura civil-militar, acompanhando o afrouxamento da violenta repressão. Já no começo dos anos oitenta a expansão da pixação ganhou o subúrbio carioca. A arte proibida deixava de ser exclusividade dos meninos classe-média e invadia muros e mentes da Zona Norte até a Baixada Fluminense. Desde então pixadores de diferentes procedências sociais transformaram a cidade no cenário de uma batalha que até hoje mancha de tinta paredes, muros, monumentos e vários outros alvos possíveis.

Hoje em dia a pixação extrapola os limites de muros e marquises. Está na internet (em fotos, vídeos e textos), flerta ainda com a tela do cinema e demonstra uma certa complexidade de organização. Prova disso são as chamadas Reu, grandes reuniões onde pixadores de todo o estado se encontram para trocar experiências. Recentemente, no início do mês de março, aconteceu no bairro de Brás de Pina (subúrbio do Rio) o Xarpi Rap Festival. O Festival funciona como uma grande Reu, e serviu de ponto de partida para elaboração deste texto.

“Não dá dinheiro mas alimenta a alma, gosto do que represento nas ruas”

Troquei uma idéia com Nuno DV (Destruidores do Visual), uma figura que começou no xarpi em 90 e que segue na ativa até hoje, “Tinha um pessoal no colégio Castel Nuovo (Arpoador), todos faziam alguma coisa: futebol, luta, surf. Mas em comum todos eram pixadores. Entrei nessa de pixação pra tentar fazer parte daquele grupo”. Nuno trocou de escola e carregou com si a fama de aluno rebelde. Chegando ao novo colégio conheceu SAF, “daí a pixação passou a ficar séria. SAF me levou pra fora da zona sul (Benfica, Ramos, Olaria, Caxias, Madureira). Um belo dia conheci a reunião de pichadores. Cheguei lá, assinei um caderno e, pra minha surpresa, geral estava ligado no meu nome. Aí passei a gostar desse reconhecimento estranho que a pixação traz, e queria mais e mais.”











só loucos fazem isso a adrenalina core em nossas veias ... ass: pão Rio das ostras

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

No Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, existe uma diferença entre o grafite e a pichação. Ambas tendem a alimentar discussões acerca dos limites da arte, sobre arte livre ou arte-mercadorialiberdade de expressão, sobre PollockRothko e Basquiat[5] .
O grafite, em princípio, é bem mais elaborado e de maior interesse estético, sendo socialmente aceito como forma de expressãoartística contemporânea, respeitado e mesmo estimulado pelo Poder Público. Já a pichação é considerada essencialmente transgressiva, predatória, visualmente agressiva, contribuindo para a degradação da paisagemvandalismo desprovido de valor artístico ou comunicativo. Costumam ser enquadradas nessa categoria as inscrições repetitivas, bastante simplificadas e de execução rápida, basicamente símbolos ou caracteres um tanto hieroglíficos, de uma só cor, que recobrem os muros das cidades. A pichação é, por definição, feita em locais proibidos e à noite, em operações rápidas, sendo tratada como ataque ao patrimônio público ou privado, e portanto o seu autor está sujeito a prisão e multa. O grafite atualmente tende a ser feito em locais permitidos ou mesmo especialmente destinados à sua realização.[6] [7] [8] [9]
Em geral, a convivência entre grafiteiros e pichadores é pacífica. Muitos grafiteiros foram pichadores no passado, e os pichadores não interferem sobre paredes grafitadas e vice versa.